
BARREIRO NACIONALISTA
Sexta-feira, Outubro 12, 2007
EMPUNHA A ESPADA !!




Camarada , chega de falinhas mansas, chega de conversa e de debates , chegou o momento de passares a acção, o sangue que corre pelas tuas veias é o sangue dos teus antepassados que te chamam para o combate para o teu destino de morreres pelo teu ideal. PORTUGAL NAÇÃO VALENTE E IMORTAL lusitanamente pura jovial saudavel nova e tradicional, nação nacionalista , orgulhosa do seu passado sempre com olho no seu futuro.
chegou o momento ... EMPUNHA A ESPADA REVOLTA.TE LUTA
PORTUGAL AOS PORTUGUESES
Quarta-feira, Julho 18, 2007
CITANDO...
Edgar J. Jung
ACERCA DO EXTREMISMO COMO METODO DE LUTA
Quem é que nunca se cruzou com um nacionalista vestido da cabeça aos pés com as últimas marcas da sua moda subcultural com a sua t-shirt provocadora? O extremista é antes de mais um provocador, um rebelde sem causa, um autêntico produto do seu tempo. O extremista é por natureza do contra e age por ódio ao outro, um ódio que conduzirá cedo ou tarde à sua auto-destrução. O extremista é a válvula de segurança do sistema, evoluindo a maior parte do tempo numa zona de rebelião autorizada porque está controlada. Julgando-se anti-sistema, ele é basicamente um alter-consumista, um nacionalista que tem adaptou esta sociedade de consumo aos seus ideais. Quais são as diferenças entre um nacionalista com o seu polo Fred Perry de 65€ e o jovem do Hip Hop e as seus calças de 80€? Nenhuma, ambos fazem parte deste Sistema, cada um à sua maneira, mas sempre como parte integrante deste.
Por seu turno, o radical milita acima de tudo pelo amor aos seus e pelo seu povo, é portador de valores positivos que o levam a transcender-se. O radical identitário é o veneno do Sistema, o seu pior inimigo, porque evita as armadilhas que ele lhe lança, enraizado na sua terra e no seu povo ele avança para construir algo.
Bruto, provocador e violento… eis o tríptico perfeito para o Sistema, infelizmente para ele, nós, radicais identitários, seremos inteligentes, discretos e calmos. Onde não nos esperam será onde estaremos presentes para propagar as nossas ideias. Porque o nosso objectivo é a vitória das nossas ideias!
*http://pt.novopress.info/
Terça-feira, Julho 17, 2007
ERGAM-SE PORTUGUESES!!
Os portugueses, e os europeus por extensão lógica, têm na sua alma colectiva valores e princípios rigorosos, outrora tão comuns e sem os quais não era possível viver ou cujo desrespeito pelos mesmos acarretava a vergonha e humilhação ad eternum. A Coragem, palavra tão rara no léxico actual, era um desses valores. No dicionário encontramos esta definição: Coragem – firmeza de espírito; energia diante do perigo; intrepidez; ânimo; valentia; perseverança.
Tantos são os exemplos de bravura, de autêntica coragem contidos na nossa secular e gloriosa história enquanto nação e povo livre. São os portugueses contemporâneos dignos dos feitos e gestos, das lágrimas e sangue derramado pelos nossos antepassados? Sê-lo-ão se desejarem recuperar a coragem adormecida, se ousarem rebelar-se contra a apatia, contra a cobardia e a passividade que corrói o tecido social comunitário que nos une e que leva inequivocamente ao gangrenar gradual da nossa identidade.
Através dos exemplos de coragem de antanho, daqueles que se entregaram de corpo e alma a um ideal, à defesa da pátria, do seu povo, da sua família, em suma dos seus, procuraremos incutir e conduzir a esse tão urgente recuperar da coragem adormecida.
ERGAM-SE PORTUGUESES!!
ESPIRITO DE LUTA
Numa altura em que o laxismo cego e a fraqueza suicidária se entranham cada dia que passa um pouco mais no país e o conduzem a uma nova forma de barbárie (uma sociedade, por um lado, excessivamente policiada, sobre-vigiada, moralista, mas aceitando, por outro lado, um grau cada vez mais substancial de explosões de violência selvagem, desde que ela provenha de uma casta infra-social, definitivamente declarada “não-responsável pelos seus actos” e “desculpável”), pode-se imaginar um slogan mais pertinente, mais eficiente, mais emblemático que aquele escolhido pelas Juventudes Identitárias francesas (“Face à escumalha, não estás só!”)?
Que fique bem esclarecido, não é preciso reduzir a acção e a reflexão política a essa única questão, mas convém também (e negá-lo é uma demissão e uma cobardia sem paralelo…) “gerir a urgência”.
E a urgência é a defesa quotidiana dos nossos, é a vontade de viver em paz e em segurança nos nossos bairros e nas nossas cidades, é a recusa de baixar os olhos, de abdicar, de renunciar ao nosso orgulho e à nossa honra…
E se a vontade de enfrentar esta urgência tem de nascer no coração e na alma de cada um, ela não pode tomar forma senão de modo colectivo…
Só recuperando o sentido de comunidade, de solidariedade, de camaradagem, do espírito de corpo, de clã, poderemos colocar um fim à espiral de renúncia e de fuga.
A coragem física não é inata, senão, em muito poucos, raros, indivíduos. Hoje tudo é feito para os desencorajar e vilipendiar.
Ninguém pode ser um herói. O medo é um sentimento que não se pode negar, mas sim dominar, mesurar.
A coragem pode nascer ou renascer graças à acção do grupo, ou devido à confiança nos seus camaradas, na consciência de uma pertença, de um laço, de uma obrigação de ser digno do seu ideal, dos seus antepassados, dos seus líderes…
A falta de coragem só se torna uma tara desprezível se não for combatida… Combatida dia após dia pela camaradagem, pela amizade, pelo amor…
Pode-se, por fraqueza, fechar os olhos em relação a uma agressão a um desconhecido, partícula atomizada que não passa de um consumidor ocidental como milhões de outros, indiferente ao nosso mundo e aos nossos valores, mas torna-se inimaginável e impossível deixar agredir um camarada de luta, um irmão portador da mesma esperança, um amigo com o qual rimos, bebemos, cantamos, trabalhámos, um coração que fala a mesma linguagem…
É esse laço carnal que é imperioso reconstruir, essa consciência comum da qual pode nascer a coragem e o sacrifício face à adversidade…
Pela vida do grupo, pelo combate permanente contra as tentações egoístas, pela experiência comunitária, é necessário recriar a possibilidade do combate.
Sem ódio, sem simplismo, sem generalização nem provocação, é preciso, simplesmente, reaprender a dignidade de se defender
IMIGIGRAÇÃO : ARMA DO CAPITAL
Há muito que os identitários denunciam a imigração como arma utilizada pelo Capital contra os trabalhadores portugueses e como forma de forçar a erosão dos direitos laborais e sociais conquistados pelas classes trabalhadoras europeias durante anos e anos de luta.
Alguns artigos publicados recentemente na imprensa portuguesa vieram chamar de novo a atenção para a questão da imigração e do seu impacto sobre os salários e as condições laborais dos portugueses.
Um artigo publicado no passado dia 20 de Novembro, no Diário de Notícias, dá-nos conta de que um estudo conduzido por três investigadores da Faculdade de Economia do Porto chegou à conclusão de que os trabalhadores imigrantes recebem «salários inferiores (…) face aos trabalhadores nascidos no país que desempenham funções idênticas nos mesmos locais de trabalho.» O artigo acrescenta ainda que a «discriminação apresenta diferentes graus de intensidade consoante o nível de rendimentos dos trabalhadores. A maior discriminação faz-se sentir no terceiro decil da distribuição (…), ou seja, o terceiro mais mal pago.» Isto significa que são sobretudo os trabalhadores com rendimentos mais baixos os mais prejudicados pela imigração maciça. O estudo assinala também que, no contexto da União Europeia, Portugal é dos países em que a diferença salarial entre nacionais e estrangeiros é menor; a explicação avançada é o facto de os salários praticados em Portugal já serem tão baixos, que pura e simplesmente não há margem de manobra para os fazer baixar ainda mais!
Entretanto, e perante os baixos salários praticados em Portugal, a que acresce a concorrência de uma bolsa de mão-de-obra imigrante disposta a trabalhar a troco de salários mais baixos e condições mais precárias, os portugueses são forçados a refugiar-se na emigração para poderem proporcionar algum conforto material às suas famílias. Sejamos claros: não há trabalhos que os portugueses não estejam dispostos a fazer; os portugueses não estão é dispostos a trabalhar a troco de salários de miséria!
A este respeito, é muito claro um artigo publicado no passado dia 22 de Novembro pelo Jornal de Notícias. Segundo o Sindicato da Construção do Norte são já cerca de 70 mil os trabalhadores portugueses a laborar em obras espanholas. Cai assim por terra a ideia de que os imigrantes fazem os “trabalhos que os portugueses não querem”. Os portugueses não se importam de “sujar as mãos”, como já o fazem há várias décadas em França ou na Alemanha, e como começam agora a fazer em Espanha; a única coisa que os trabalhadores portugueses pedem são salários que lhes permitam viver condignamente. Não é pedir muito!
Ainda mais esclarecedor a este respeito é um artigo de 8 de Maio de 2005 publicado no Diário de Notícias. Segundo este artigo: «As associações de apoio aos imigrantes, os sindicatos e a própria Igreja têm denunciado os problemas sociais e laborais dos estrangeiros. Alegam que a crise económica não pode explicar os níveis de desemprego entre os imigrantes e argumentam que estes são substituídos por cidadãos indocumentados.» Ou seja, a tão propalada necessidade da mão-de-obra imigrante existe de facto… desde que esta seja ilegal! O patronato só tem interesse na mão-de-obra imigrante desde que ela seja indocumentada e, portanto, barata, sem direitos e sem capacidade reivindicativa. Reconhecer isto é também reconhecer que a imigração maciça destrói a capacidade negocial e reivindicativa dos trabalhadores portugueses. Como se os salários já não fossem suficientemente baixos em Portugal, o fenómeno da imigração maciça faz com que seja praticamente impossível conseguir melhorias em termos salariais.
Segundo Carlos Trindade, da CGTP, «Há imigrantes que se deslocam ao sindicato, dizem-nos que as entidades patronais estão a rescindir os seus contratos, ou não os renovam, mas que admitiram estrangeiros ilegais». O artigo continua: «Actualmente, passa-se o mesmo com os imigrantes legais que com os trabalhadores nacionais há uns anos. Ambos foram substituídos por mão-de-obra mais barata, diz aquele sindicalista». Bastante esclarecedor a respeito de quem lucra com a imigração maciça.
Torna-se claro para todos que a imigração é de facto um negócio chorudo, que dá muito dinheiro a empresários sem escrúpulos e aos seus lacaios políticos. Os identitários não culpam os imigrantes por esta situação; culpamos e denunciamos os lóbis empresariais e políticos que tornam este rentável negócio de exploração da miséria alheia possível, bem como os hipócritas que se dizem defensores dos trabalhadores mas que, com a sua retórica, se limitam a justificar e a legitimar os ataques e os desmandos do Capital contra os trabalhadores nacionais.
É altura de dizer basta a este sistema capitalista desumano, que não tem pejo em destruir as identidades dos povos na sua busca insaciável do lucro.
Os NACIONALISTAS exigem JUSTIÇA SOCIAL!
Do site: http://www.causaidentitaria.org/
Sábado, Junho 23, 2007
ELES AMAM-NOS!!
será que vocês estão loucos, estão doidos, estão desesperados? será que só sabem dizer merda?RUFIA e companhia limitada sobre o vosso bloguezito da treta http://averdadeproibida.blogspot.com/ , pergunto directamente a vocês acham que aqueles putos a cheirar a leite com borbulhas na cara e vestidos a Bollicaos, e aquelas pitas freakalhocas, e emo's atrasadas mentais, acham, provaram, sabem, tem ideia? se aquela gente é mesmo aquilo que vocês dizem que são. já sabemos que vocês no Barreiro, na vinicola, no Hard Bar, e noutros espaços que partilham pacificamente com alguns camaradas que saiem a noite, passam a vossa noite a controlar todos os movimentos de esses camaradas e controlam todas as pessoas que falam e dirigem palavras a eles não significa que essas pessoas tambem sejam nacionalistas nacional socialistas , entenderam agora de uma vez por todas isso?
o vosso blogue não tem significado algum porque as ideias não se destroem discutem-se mas vocês antifas ignorantes senhores do pensamento unico, proponhom que criem sim um blog em que abertamente discutam ideias e ideais, porque chamar nomes a pessoas que se calhar até são o contrário é muito feio, porque o povo não se engana, o povo sabe quem nós somos onde paramos o que fazemos e como nos distinguimos na sociedade não falo de pessoas no nosso seio que dão mau nome ao grupo (evaristos etc.) falo sim dos verdadeiros nacionalistas aqueles que tal como o nosso grande lider costumava dizer (SABEM O QUE QUEREM E SABEM PARA ONDE VÃO) e não serão vocês com a vossa guerra psicologica com os vossos joguinhos para crianças que nos farão recuar ponham as nossas fotos ponham o que quiserem sobre nós não temos medo de ninguem, somente temos medo se um dia não tivermos força para lutar pela nossa nação porque ela estará somente acima de tudo.
PORTUGAL AOS PORTUGUESES!!
Quinta-feira, Junho 21, 2007
ASSIM VAI O RACISMO NO MUNDO
O estabelecimento de quotas raciais nas universidades públicas é uma realidade atingindo o mínimo de 50% (embora casos haja em que os supera, por exemplo os 52% na Universidade Federal do Espírito Santo em Vitória) para negros e índios.
Parece-nos que o critério de admissão à Universidade deveria ser o mérito científico-cultural, mas aparentemente estou enganado. O que interessa são as cores que passeiam nos seus corredores e não a capacidade de quem as demanda…
Sinais dos tempos ou de uma perigosa inversão do racismo tradicional (aquele que os brancos praticavam sobre os negros)?
É realmente absurdo, um país como o Brasil, sempre agitando a bandeira do anti-racismo, por em prática uma tão acintosa discriminação racial, que constitui um verdadeiro absurdo.
A medida, como é óbvio é em si mesma um puro preconceito.
A VERDADE DA MENTIRA
Cônsul vendia vistos e passaportes
Terceiro classificado por votação dos telespectadores no concurso promovido pela RTP «Os Grandes Portugueses», a figura de Aristides de Sousa Mendes, cônsul de Portugal em Bordéus no período da II Grande Guerra, continua envolta em muitos mistérios e alguma polémica.
Para uns, Sousa Mendes é recordado como um «homem bom e justo» que, em Junho de 1940, contrariando as ordens do Governo de Lisboa, emitiu vistos e passaportes e, nalguns casos, chegou mesmo a atribuir falsamente a identidade portuguesa a milhares de foragidos, sobretudo judeus, que pretendiam a todo o custo alcançar os lugares tidos por seguros. Como Portugal, que Salazar conseguiu manter neutral no conflito.
Para outros, o cônsul está longe de justificar o papel de «herói» que muitos lhe atribuem e, aqui e ali, tentam repor a verdade àquilo a que chamam «falsificação da História» e, através de factos, muitos deles documentados, desmistificam a «lenda» Sousa Mendes. Bastará uma pesquisa atenta no arquivo do MNE ao processo do antigo cônsul — apesar de muitas peças do seu dossier terem misteriosamente desaparecido, sem que até hoje ninguém tenha procurado investigar quem foi o autor (ou autores) do desvio — para que algumas pessoas «verdades» deixem de o ser.
Ao contrário do seu irmão gémeo César, que também fez carreira na diplomacia tendo alcançado o posto de Ministro Plenipotenciário de 2.ª classe, Aristides arrastou-se entre postos consulares de pequeno relevo, foi acumulando processos e mais processos disciplinares desde o longínquo ano de 1917, na I República, até 1940, tendo acabado por passar à disponibilidade e aguardar aposentação, mas continuando a auferir a totalidade do vencimento correspondente à sua categoria (1.595$30). O que desde logo «mata» a tese dos que teimam em acusar Salazar de ter «perseguido» o cônsul e de o ter «obrigado» a «morrer na miséria». Pelo contrário, o então Presidente do Conselho mostrou-se benevolente com Aristides em muitas alturas, nomeadamente quando, contrariando o parecer do Conselho Disciplinar do MNE que, na sequência de mais um processo disciplinar, propôs a pena de descida de categoria do cônsul, apenas determinou a sua inactividade por um ano, com vencimento de categoria reduzido, mas recebendo a totalidade do salário correspondente ao exercício.
Outra verdade que tem sido ocultada pelos defensores de Aristides Sousa Mendes: o cônsul condicionava a emissão de vistos e passaportes ao pagamento de verbas e à obrigatoriedade de contribuição para um estranho «fundo de caridade» por si próprio instituído e gerido, situação que viria a ser denunciada junto do MNE quer pelos serviços da embaixada britânica quer por muitos dos que beneficiaram das «facilidades» de Mendes.
Também esclarecedora para a verdade sobre Sousa Mendes é a carta que o Embaixador Carlos Fernandes (*) dirigiu, em Maio de 2004, a Maria Barroso Soares, presidente da entretanto criada «Fundação Aristides de Sousa Mendes», quando esta pretendeu promover uma homenagem nacional, custeada com dinheiros públicos, ao antigo cônsul.
O DIABO teve acesso à referida missiva, bem como a algumas «notas soltas» que o embaixador lhe juntou, que aqui publicamos na íntegra.
IN JORNAL "DIABO" ... (um dos poucos que ainda diz as verdades)
--
«Lisboa, 5/5/04
Senhora Dra. Maria Barroso Soares
Um antigo embaixador de Israel em Portugal, que foi «instrumental» na mistificação de Aristides de Sousa Mendes, publicou há dois dias no Diário de Notícias, a propósito do aniversário daquele antigo cônsul, um artigo de elogio a Sousa Mendes, reincidindo em duas mentiras que foram fundamentais para aquela mistificação:
a) que foi expulso da carreira diplomática;
b) que morreu na miséria (depreendendo-se que por ter sido expulso da carreira diplomática e sem vencimento).
Ora, tanto quanto eu pude averiguar, primeiro Sousa Mendes nunca foi da carreira diplomática, pertencendo sempre à carreira consular, que era diferente, e, em princípio, mais rendosa; depois, nunca dela foi expulso: como conclusão de um 5.º processo disciplinar, foi colocado na inactividade por um ano, com metade do vencimento de categorias e, depois desse tempo, aguardando aposentação com o vencimento da sua categoria (1.595$30 por mês) até morrer, sem nunca ter sido aposentado, situação mais favorável do que a aposentação.
Portanto, se morreu na miséria, ou pelo menos com grandes dificuldades financeiras, isso deve-se a outros factores que não à não recepção do seu vencimento mensal em Lisboa. Demais, A. Sousa Mendes viveu sempre com grandes dificuldades financeiras.
É óbvio que, quem tenha 14 filhos da mulher, uma amante e uma filha da amante não sairá nunca de grandes dificuldades financeiras, salvo se tiver outros rendimentos significativos, além do vencimento de cônsul.
Vi pelo artigo acima referido que a Sr.ª Dr.ª Maria Barroso é presidente da Fundação A. S. Mendes, e só por isso lhe escrevo esta carta e lhe remeto os elementos de informação anexos.
Eu escrevi sobre Sousa Mendes, de forma simpática, num livro publicado há dois anos (Recordando o caso Delgado e outros casos, Universitária Editora, Lisboa, 2002) de págs. 27 a 30, porque o conheci e tive ocasião de ajudar dois dos seus filhos, um em Lisboa e outro depois em Nova Iorque quando lá era cônsul.
Nada me move contra A. Sousa Mendes, antes o contrário, mas não posso pactuar com a mentira descarada e generalizada. Salazar é atacável por várias razões, mas não por ter «perseguido» A. Sousa Mendes, que, aliás teve problemas disciplinares em todos os regimes de 1917 a 1940.
Quando fui director dos Serviços Jurídicos e de Tratados do MNE, tive de estudar o último processo disciplinar de A. Sousa Mendes, de cuja pasta retiraram já muitas peças.
Por outro lado, o meu amigo Prof. Doutor Joaquim Pinto, sem eu saber, fez um estudo bastante completo sobre A. Sousa Mendes, e com notável imparcialidade.
Eu não pretendo vir a público atacar ou defender A. Sousa Mendes, e, por isso, nem penso rectificar o artigo do embaixador de Israel, mas em abono da verdade, e para seu conhecimento, entendo ser meu dever remeter-lhe uma cópia do estudo e notas em anexo, de que poderá fazer o uso que entender.
Com respeitosos cumprimentos,Carlos Fernandes»”
In «O Diabo», n.º 1579, 03.04.2007, pág. 6
(*) Embaixador Carlos Augusto Fernandes, licenciado em Direito, com distinção, pela Faculdade de Direito de Lisboa. Entrou no MNE em Abril de 1948 como adido da Legação. Foi cônsul de Portugal em Nova Iorque e Encarregado de Negócios no Paquistão, Montevideu (Uruguai) e Venezuela. Foi conselheiro da Legação Portuguesa na NATO (Paris), Director Económico do MNE. Director dos Serviços Jurídicos e Tratados do MNE e Embaixador de Portugal no México, Holanda e Turquia.
Terça-feira, Maio 08, 2007
25 DE ABRIL
25 de Abril, 1974
O povo saiu à rua a gritar Liberdade... foi o fim da policia politica o fim da ditadura do Estado Novo e o fim da repressão da liberdade de opinião... e hoje?
33 anos depois, daquele, que foi o dia da revolução dos cravos, o que temos?
- Presos Políticos
- Liberdade de opinião condicionada
- Hipócrisia
- Criminalidade
- Pedófilia
- Desemprego
- Elevada taxa de imigração
- Tóxicodependência
- Políticos corruptos
... foram estes os ganhos da revolução de 1974? Foi esta a revolução que tanto defendem e impingem à sociedade Portuguesa?
Jovem Português abre os olhos!!!
Nem tudo o que te dizem corresponde à realidade: os acontecimentos dos ultimos dias provam-no bem! Está atento, porque nós também estamos!
~
Liberta-te!
Segunda-feira, Abril 23, 2007
CONFERÊNCIA DE IMPRENSA DO PNR
Exmos. Senhores Jornalistas,Camaradas,Jovens Nacionalistas,
~
Obrigado a todos pela vossa comparência.
Obrigado de modo especial aos camaradas da Alemanha, Espanha e Suiça, que mesmo com a conferência internacional cancelada, vieram manifestar a sua solidariedade.
Convoquei a imprensa para uma conferência, cuja mensagem destino especialmente aos jovens, em substituição da 1ª Conferência Internacional da JN, que fica adiada para outra ocasião.
O PNR é um partido que luta de forma desigual neste sistema político da ditadura dos cinco partidos com assento parlamentar. Apenas estes têm acesso sistemático aos meios de comunicação social, acesso a programas televisivos e, inclusivamente acesso aos debates nas campanhas eleitorais que deveriam ser um ponto zero e igualdade de oportunidades para todos os partidos.Apenas estes cinco partidos e as suas mensagens estafadas e mentirosas, são do conhecimento dos portugueses. Os portugueses, até há dias atrás, nem faziam ideia que existe um Partido Nacionalista em Portugal: o PNR.Este é um partido que sabe perfeitamente que tem o seu espaço político próprio, o qual, diga-se, nem é pequeno.Dezenas ou centenas de milhares de portugueses têm o direito de se sentir efectivamente representados pelo PNR e nós, o direito de sermos conhecidos, de falarmos na primeira pessoa e divulgarmos as nossas ideias.
Nessa medida, o Partido Nacional Renovador, sem qualquer tipo de apoio ou máquina partidária, contando apenas com uma militância determinada, convicta e fiel, tem desenvolvido um imenso esforço para chegar ao conhecimento dos portugueses através de uma série de acções.
Desde 2005 realizámos diversas manifestações: contra o lóbi gay em Setembro de 2005, contra o assassínio de portugueses na África de Sul em Janeiro de 2006, contra a tentativa de criação de um colonato imigrante em Vila de Rei, em Maio de 2006. Estas, para além das manifestações que anualmente fazemos para celebrar as nossas datas: 10 de Junho, 1º de Dezembro e 1º de Maio. Nunca, em nenhuma delas se registaram desacatos ou cenas de violência. Nunca!Temos realizado também, nestes dois anos, muitíssimos colóquios e almoços ou jantares convívio por tudo o país, excepto ilhas por enquanto. Nunca se registaram cenas de violência ou de ilegalidades. Nunca! Contudo, os Nacionalistas são sistematicamente conotados com violência e comportamentos perigosos, o que dá de nós uma imagem redutora, mentirosa, injusta e cobarde. Mancham a nossa imagem e bom-nome recorrendo sistematicamente a todos os tipos de rótulos com o intuito claro que assustar as pessoas.
Sempre que falam do PNR ou nos Nacionalistas, utilizam uma ladainha de adjectivos pejorativos, como: extremistas, radicais, violentos, racistas, xenófobos, etc.Isto é perseguição política! É desonesto, vergonhoso e cobarde!Temos direito a ter as nossas ideias e a defendê-las! Bem sei que elas entram em choque com a cartilha do politicamente correcto. Ainda bem! Mas as ideias não se apagam: discutem-se!
Esta perseguição e diabolização de que somos alvo é o preço da nossa coragem e da nossa coerência.
O ambiente de hostilidade contra nós acentuou-se de modo especial com a recente participação de uma lista afecta a nós, na Faculdade de Letras, bastião comunista, e que alcançou 10% dos votos. Mas sobretudo com a colocação do nosso cartaz no Marquês do Pombal.O sistema político começa a perceber o nosso claro crescimento e quer impedi-lo a todo custo. Estão com medo! Sim. Medo daquele partido que tanto gostam de desprezar pelos seus 10.000 votos (quando era totalmente desconhecido), mas que os assusta porque de facto somos a única oposição. Somos aqueles que nos pautamos pela diferença e não alinhamos no seu rebanho. Eles sabem que o nosso crescimento é uma realidade e que terão que preparara umas cadeirinhas na Assembleia da República. Aí os portugueses verão o que é realmente oposição.Sim. Oposição à ditadura dos cinco partidos que mais parece um partido único com 5 secções. Eles discutem em coisas menores para fazer de conta, mas depois vão todos jantar juntos e estão de acordo no essencial. E esse seu “essencial” está a destruir Portugal.Temos na Assembleia da República, dois partidos de extrema-esquerda, mas aqui nunca se recorrem a adjectivos pejorativos. Temos um outro partido de esquerda, embora, curiosamente esteja vendido ao capitalismo selvagem. E temos por fim dois partidos do centro-direita inútil e subserviente à mentalidade esquerdista que nos domina.Eles que se reclamam todos como campeões da tolerância e liberdade de expressão, estão a construir o mais revoltante totalitarismo do pensamento único!Criam dogmas e tabus. Ai de quem cometer delito de opinião contra os seus dogmas. Ai de quem ousar falar em assuntos tabu.Mas nós, Nacionalistas, não alinhamos nessas fantochadas. Somos a pedrada no charco. Nós não temos medo!
A abstenção nas eleições não pára de crescer porque os portugueses cada vez menos acreditam nestes partidos e nestes políticos. E muitos dos que votam já o fazem sem a menor convicção.O PNR, está apostado em devolver a esperança aos portugueses, em dar voz a todos estes que, cheios de razão, estão divorciados da classe política que em vez de governar para o bem nacional, governa-se a si mesma.Estes políticos vivem dos lóbis e para os lóbis. Eles roubam à grande e são corruptos. São impunes e vivem acima da lei. E perante esta realidade escandalosa ainda vem um político de referência, dizer aos portugueses: “habituem-se”…
Não! Não nos habituamos à pouca-vergonha e à destruição nacional. Os portugueses estão a ser esquecidos e mal tratados na sua própria casa. Portugal parece uma mãe que não dá de comer aos filhos.
É neste contexto que a passagem do PNR, dos bastidores à ribalta está a preocupar os responsáveis e culpados pelo estado deplorável em que Portugal se encontra.É neste contexto que se persegue politicamente o PNR.Basta ver as moções de censura e pedidos de ilegalização vindos da Assembleia da República ou da Câmara Municipal de Lisboa ou de dirigentes partidários. A esquerda está saudosa do PREC e o centro-direita subserviente, aplaude.
O nosso cartaz, aos olhos destes políticos constitui um horrível crime de lesa tabu, mas o facto de este ter sido vandalizado de um modo que nunca se viu, numa clara manifestação de “civismo” e “respeito” pela liberdade de expressão, que isso sim é crime, já parece não afectar a sensibilidade dos donos do sistema. É que afinal há crimes bons.
Ao caso do cartaz seguiu-se o pânico com a realização da conferência internacional da nossa juventude. Os outros podem e nós não?Trataram o nosso partido e os outros partidos nacionalistas europeus como se de terroristas se tratasse. A existência de dois pesos e duas medidas é intolerável!Estes últimos dias então, têm estado ao rubro, por causa da mega operação levada a cabo pela PJ.A comunicação social, tentando manchar a nossa imagem junto dos portugueses, não tem parado de fazer ligações abusivas e maldosas gerando com isso um clima de alarme social.É injusto e vergonhoso assistir-se ao poder político e comunicação social queimarem a nossa imagem e bom-nome tentando a todo custo evitar o nosso crescimento.Nesta semana até a nossa sede foi alvo de um mandado de busca que passou o nosso pequeno espaço a pente fino. Onde já se viu isto?! Que outro partido político já passou por isto? Por acaso a sede do PS foi revistada quando dirigentes seus foram indiciados por pedofilia? Ou a sede do PSD por corrupção? Por acaso estes partidos viram o seu nome atirado à lama?E as sedes dos clubes de futebol aos quais supostamente pertencem os supostos criminosos? Também elas foram alvo de buscas?
E afinal que foram procurar à nossa sede? Entre outras coisas absurdas, armas! Mas seremos por acaso parecidos com as FP-25, com o PRP-BR ou com a ARA. Por sinal os ex-membros dessas associações terroristas responsáveis por assaltos e crimes de sangue, gravitam nos partidos de esquerda.Além disso, repito, entre outras coisas: anabolizantes. Mas será que a nossa sede se parece a um ginásio?E além disso: droga. Droga?! Se querem encontrar droga, porque não experimentam ir aos bairros problemáticos ou à festa do Avante ou às festas do “Bloco de Extrema-Esquerda”?É claro que saíram da nossa sede tal como entraram: de mãos vazias. Mas eu estou indignado com este excesso!
Estou revoltado com tanta hipocrisia!Enquanto em Portugal existir um partido – o PCP – cujo símbolo é o mesmo da criminosa União Soviética, não admito que nos apontem o que quer que seja!Enoja-me ver os partidos “correctos” do “centrão” a diabolizarem-nos e, por outro lado, a lamberem as botas à extrema-esquerda.
Faz muita falta a Portugal o PNR no parlamento, para por fim a este reinado de impunidade dos políticos e dos lóbis.Portugal precisa de nós!
Mas uma coisa é certa: à medida que o ambiente de perseguição, de repressão e de alarme social aperta em nosso redor, também cresce o apoio dos portugueses à nossa causa e cresce a sua indignação perante tamanha hipocrisia.Eu bem vejo a quantidade de mensagens de apoio e de pedido de adesão que diariamente chegam ao mail do nosso partido. Eu bem vejo o apoio que nos dão nos fóruns de discussão da rádio, da televisão ou dos jornais na Internet.
O PNR irá crescer muito. Isso é uma certeza!
Esse crescimento passa inevitavelmente pelos jovens.E aqui, como prometido, quero dirigir uma mensagem à Juventude Nacionalista para que a façam chegar a todos os jovens portugueses. Essa mensagem resume-se a uma simples palavra que será o tema dos cartazes que em breve serão produzidos pela JN: “Liberta-te”!
Liberta-te, jovem, da prisão mental que te querem colocar. Querem controlar a tua mente e a tua liberdade. Por trás da capa cínica da liberdade e tolerância, os donos do sistema estão a construir uma prisão sem grades.
Os jovens têm que rejeitar o “pronto-a-pensar” que lhe é impingindo de múltiplas formas. Os jovens não podem deixar intoxicar as mentes, anestesiar a sua vontade, hipotecar a sua liberdade.Queremos jovens que pensem pela sua cabeça. Jovens que rejeitem o que lhes é servido como bom e simultaneamente inquestionável.Os jovens devem fazer um esforço por cruzar informações e reflectir nelas.O sistema, através dos “media”, das novelas sem nível, dos concursos patéticos e dos shows imbecis, tenta estupidificar as mentes, nivelando-as pela mediocridade e assim, mais facilmente as poder controlar e conduzir como a um rebanho.Perante isto os jovens têm que dizer não! Libertem-se dessa teia totalitário no estilo perfeito de big-brother.
Bem sabemos que os manuais escolares, os programas e os professores veiculam o pensamento e a cultura esquerdista, marxista e de pensamento obrigatório. Quem não alinha por esse modelo acaba por sofrer de alguma forma. Mas, jovem, tens que ser forte: liberta-te!
Apelo aos jovens que potenciem o que a juventude tem de melhor: paixão, entrega, crença, vontade, ideal!Não troquem uma vida intensa e corajosa, cheia de personalidade, por uma vida de carneiros e de burgueses sem pensamento próprio.Libertem-se do jugo do totalitarismo mental e do igualitarismo estupidificante.
Mas em contra ponto a essa liberdade que tem que ser vivida, os jovens têm que ser enquadrados pelos valores e referências que impeçam que a liberdade se transforme em libertinagem.As referências estão a ser destruídas pela ditadura do relativismo e os valores estão a ser substituídos pela estupidificação do politicamente correcto. O resultado disso é que a liberdade dos jovens apodrece e morre, dando lugar à libertinagem.
Jovens as vossas referências e os vossos valores têm que os procurar, não nas modas ou no pensamento por decreto, mas sim nas raízes e cultura da família e da nação.
As vossas referências devem ser a Vida, a Família e a Pátria. Combater a cultura de morte do aborto, das drogas, bededeiras e vidas desregradas. Combater os ataques à família recusando os delírios das chamadas “famílias alternativas” e dos eufemismos, como “orientação sexual”. Combater os ataques à Pátria que destroem a sua identidade, o seu presente e comprometem o seu futuro.
Não tenhamos ilusões: ser-se jovem nacionalista não é fácil. Requer muita personalidade e muita força. Mas o que vale mais? Uma vida, vivida apaixonadamente, com objectivos e com coragem, embora com riscos, ou uma vida de carneiro, entregue à tirania da moda, do “parecer bem” e da falta de personalidade?Há que escolher. Jovem, faz a tua escolha e liberta-te!
Sei que vocês jovens nacionalistas, contam com o vosso partido e os vossos dirigentes, mas nós contamos convosco. Contamos com a vossa conduta exemplar e civilizada de nacionalistas.Nunca se esqueçam que todos e cada um de vocês carrega a responsabilidade de ser a própria imagem do Nacionalismo. Honremos pois os nossos camaradas, não tendo nunca atitudes e condutas contrárias ao espírito Nacionalista.Amem a vossa Pátria, a vossa Família a vossa Vida! Sejam disciplinados, cumpridores e ordeiros.Os frutos da vitória virão a seu tempo.A hora é de crescimento e de esperança.
Eu conto convosco!
Viva a JN e o PNR que viva Portugal!